SKANK
O grupo começou movido pelo interesse em transportar o clima do dance hall jamaicano para a tradição pop brasileira. Tendo como principais influências o reggae, ska e dub, a música do grupo tem atmosfera dançante e se tornou extremamente popular em discotecas e festas.
Em mais de uma década de carreira, o Skank conseguiu reunir alguns ingredientes necessários para alcançar o sucesso: empatia ininterrupta com o público, credibilidade junto à crítica, milhões de discos vendidos, incontáveis ‘hits’ e um trânsito internacional que lhes areja, artística e conceitualmente. E tudo isso conseguindo o difícil equilíbrio entre a manutenção de suas convicções originais e a liberdade para experimentar estilos e sonoridades a cada novo trabalho.
O primeiro disco, “Skank”, foi gravado como independente e lançado pelo selo Chaos. Com o segundo disco “Calango”, de 1994, o grupo se lançou nacionalmente graças a sucessos como “Jackie Tequila”, “Esmola”, “Te Ver” e “Pacato Cidadão”.
Com todo o clima favorável, lançaram, dois anos depois, “Samba Poconé”, que rendeu uma turnê internacional passando pelos Estados Unidos, Chile, Argentina e diversos países europeus, onde dividiram o palco com Echo & The Bunnymen, Black Sabbath e Rage Against The Machine. A canção “Garota Nacional” foi uma das mais tocadas no Brasil e liderou a parada espanhola (em sua versão original, em português) por três meses. O disco vendeu 2 milhões de cópias e o Skank acabou entrando no álbum oficial da Copa do Mundo de 1998, “Allez! Ola! Olé!”. Vale lembrar que a faixa de abertura de “Samba Poconé” é “Uma Partida de Futebol”.
Nos trabalhos seguintes, “Siderado” e “Maquinarama”, de 1998 e 2000, respectivamente, o grupo se aprofundou um pouco mais nas experimentações psicodélicas e eletrônicas. Músicas muito executadas nas rádios como “Resposta”, “Saidera”, “Três Lados” e “Balada do Amor Inabalável” provam que os mineiros sabem muito bem como combinar inovação e originalidade sem apelação. Participaram ainda de um tributo ao Police, regravando “Wrapped Around Your Finger” e arrancando elogios do próprio baterista do grupo, Stewart Copeland.
Os shows do Skank, cada vez mais lotados e contagiantes, ganharam um registro à altura em 2001, com o lançamento em CD e DVD “MTV ao Vivo”. Gravado na cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, o álbum obteve grande repercussão e foi um dos mais vendidos na época.
Em 2003, chegou o inédito “Cosmotron”, que recebeu o prêmio de “Melhor Álbum de Rock Brasileiro”, na cerimônia de entrega da premiação da 5ª edição do Grammy Latino. Marcado pela diversidade, o disco traz diversas canções em parceria com Chico Amaral, que já compõe há tempos com Samuel Rosa, e rendeu ao Skank novas viagens pelo velho continente, onde se apresentaram em importantes festivais. Os destaques ficaram com “Supernova”, “Por Um Triz”, “Dois Rios” e “Um Segundo”. Em 2004 foi lançado o DVD “Skank Multishow ao Vivo – Cosmotron”, com sucesso absoluto. Ainda em 2004, o Skank lançou “Radiola”, oitavo disco e primeira coletânea da carreira.
O sétimo álbum de estúdio, “Carrossel”, foi lançado em 2006. Um disco de baladas e ‘hits’ que marca os 15 anos de carreira da banda.
ÁLBUNS DISPONÍVEIS
- 1993_-_skank
- 1994_-_calango
- 1996_-_o_samba_pocon
- 1998_-_siderado
- 2000_-_maquinarama
- 2001_-_mtv_ao_vivo_-_part1
- 2001_-_mtv_ao_vivo_-_part2
- 2003_-_cosmotron
- 2006_-_carrossel_-_part1
- 2006_-_carrossel_-_part2
Álbuns enviados pela "Rayo de Sol" do grupo Brasilmidia
Revisão e Reupload: Ademar


